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Como nasce a casquinha da COMBÚ

Da concha de massa na chapa ao banho por dentro: o caminho da casquinha até a sua mão, contado em fotos.

2 min de leitura

Atendente de avental da COMBÚ banhando casquinhas por dentro, com um cesto de casquinhas ao lado

A casquinha da COMBÚ não chega pronta numa caixa de papelão. Ela é feita ali mesmo, atrás do balcão, numa chapa redonda que lembra uma máquina de waffle.

Massa sendo despejada na chapa de casquinha

Primeiro, a chapa

Uma concha de massa no centro, a tampa desce e o calor faz o resto. Quando a tampa sobe, o biscoito está fino, dourado e marcado pelo quadriculado da chapa.

Biscoito dourando na chapa, com o desenho quadriculado

Depois, a forma

É a parte que pede pressa. Saindo da chapa, o biscoito ainda está mole, e é nesse minuto que ele vira cone, enrolado à mão, ou cestinha, apertado num molde. Esfriou, endureceu: a forma que ele tiver nesse momento é a que vai ficar.

Biscoito ainda mole sendo moldado em forma de cestinha

O banho por dentro

Com a casquinha já firme, vem uma colherada de cobertura derretida, que escorre pelas paredes de dentro. Além do gosto, ela faz uma camada entre o biscoito e o sorvete artesanal, e é isso que segura a crocância até a última mordida.

Cobertura escorrendo da colher para dentro da casquinha

Por último, o sorvete artesanal

O sorvete artesanal entra por cima e a cobertura vem na hora, do jeito que você pedir no balcão. Daí em diante a casquinha é sua. Dá para comer andando pelo parque, mas a gente recomenda uma mesa no deck, de frente para a serra.

Casquinha com a borda banhada, erguida contra o céu do fim de tarde