Como nasce a casquinha da COMBÚ
Da concha de massa na chapa ao banho por dentro: o caminho da casquinha até a sua mão, contado em fotos.
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A casquinha da COMBÚ não chega pronta numa caixa de papelão. Ela é feita ali mesmo, atrás do balcão, numa chapa redonda que lembra uma máquina de waffle.

Primeiro, a chapa
Uma concha de massa no centro, a tampa desce e o calor faz o resto. Quando a tampa sobe, o biscoito está fino, dourado e marcado pelo quadriculado da chapa.

Depois, a forma
É a parte que pede pressa. Saindo da chapa, o biscoito ainda está mole, e é nesse minuto que ele vira cone, enrolado à mão, ou cestinha, apertado num molde. Esfriou, endureceu: a forma que ele tiver nesse momento é a que vai ficar.

O banho por dentro
Com a casquinha já firme, vem uma colherada de cobertura derretida, que escorre pelas paredes de dentro. Além do gosto, ela faz uma camada entre o biscoito e o sorvete artesanal, e é isso que segura a crocância até a última mordida.

Por último, o sorvete artesanal
O sorvete artesanal entra por cima e a cobertura vem na hora, do jeito que você pedir no balcão. Daí em diante a casquinha é sua. Dá para comer andando pelo parque, mas a gente recomenda uma mesa no deck, de frente para a serra.
